26/09/08

Goiânia terá o primeiro vereador assumidamente gay, diz candidato Léo Mendes

Jornalista e militante, Léo Mendes (PT), candidato a vereador de Goiânia, conversou com o A Capa sobre suas propostas, que não se restringem somente a comunidade LGBT. O candidato dará prioridade a educação, cultura e meio ambiente. Confira abaixo a entrevista.

Quais são suas propostas?
Atuamos na defesa da diversidade humana (mulheres, negros, juventudes, idosos, portadores de deficiências e LGBTS). Nossa prioridade é a educação, a cultura, o meio ambiente e os direitos humanos. No nosso site, http://www.leomendes13200.can.br todas as pessoas podem ler nossas propostas para toda cidade e especialmente para a comunidade LGBT. O respeito à dignidade das pessoas é nosso objetivo, quer seja através de serviços públicos de qualidade e com a inclusão social de setores sociais historicamente discriminados.

A plataforma de sua candidatura será essencialmente focada na questão LGBT?
Não. A questão LGBT tem uma dimensão muito grande, pelo fato de eu fazer parte desta comunidade. Mas também sou jornalista, radialista, conselheiro estadual de saúde, bacharel de direito, pagador de imposto da cidade e entendo que a prioridade é a qualidade de vida das pessoas.

Além da militância partidária, você atua em outras áreas da política?
Atuo no movimento social. Sou secretário de comunicação licenciado da ABGLT.

Fora as propostas LGBT, em quais áreas da política você pretende atuar enquanto vereador?
Pretendo atuar na defesa dos direitos humanos, da educação pública e de qualidade, da universalização do SUS, do desenvolvimento sustentável e da diversidade cultural, religiosa e humana.

Você participou da Conferência Municipal, Estadual e Nacional LGBT. Qual a relevância para você destes eventos e o que tirou de lá que possa ser usado em sua candidatura e projetos?
Todas as demandas aprovadas na Conferência Nacional, que dizem respeito às políticas públicas municipais, estão incorporadas nas nossas propostas políticas.

Por que você acha que deve ser vereador? Como se preparou para isso?
Acredito que estou candidato a vereador, faço parte de um projeto coletivo. A Política não é um fim para mim. Se não for possível eleger, continuo com minhas atividades privadas, como jornalista. Trabalho há mais de dez anos com a Vereadora Marina Sant Anna, minha madrinha política. Aprendi que a Política é a responsável por tudo que diz respeito à vida coletiva dos seres humanos.

Qual sua opinião sobre os candidatos LGBT que não participam da militância, tampouco vão às Conferências?
Existem LGBTs que não são do movimento social, defendem projetos individuais, são neo-liberais. A política é arte do bem comum. A Conferência é um espaço de discussão coletiva e de deliberação de demandas. Como alguém pode querer representar uma comunidade num espaço importante como o parlamento, se não quer participar de atividades políticas da sua comunidade? Por exemplo, uma LGBT que seja empresária, que viva com o dinheiro que ganha dos LGBT nas suas festas, vai estar no parlamento com a cabeça de quem paga para entrar numa boate ou com a cabeça de quem lucra e quer sempre mais dos LGBTs. Como votará esta empresária, quando vier projeto de interesse dos empresários do transporte coletivo, dos empresários da construção civil?

Ao receber apoio de pessoas que normalmente te criticam, como reagiu?
Respondo sempre que a cidade é muito grande, cabe todo mundo. Que respeito o direito da pessoa se posicionar, mas que não posso perder tempo com pessoas alienadas, que ainda não entenderam a necessidade de nos unirmos para eleger representantes nossos para os espaços de poder.

Possui algum projeto para facilitar a criação de um Centro de Referência De Combate a Homofobia na cidade?
Olha, não existe centro de referência em Goiânia. Uma das nossas propostas é cobrar da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da prefeitura de Goiânia, que instale o centro e coloque ele a disposição da comunidade.

Qual a sua opinião sobre a atual prefeitura no que diz respeito às questões LGBTs?
A atual gestão deixou muito a desejar. Nunca apoiou os movimentos sociais LGBTs, nem os eventos da comunidade. O atual prefeito vetou o projeto de lei que impediria o preconceito e discriminação contra homossexuais e não quis apoiar a realização da Conferência Municipal LGBT.

Você está apoiando algum candidato?
Não. Eu sou candidato a vereador, apoio a mim mesmo. O candidato a prefeito que o meu partido apóia, já está com a vitória garantida, de acordo com todos os institutos de pesquisas. Quem precisa de votos para se eleger sou eu. Goiânia terá o primeiro vereador assumidamente gay. Sou muito transparente e franco, e isso fará muita diferença no parlamento goianiense.

Daqui: http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=5797

Steven Spielberg doa US$ 100 mil para campanha a favor de casamento gay

Brad Pitt doou 100 mil dólares à campanha contra a 'Proposition 8' (Proposta 8) - iniciativa que exige a proibição dos casamentos entre gays na Califórnia. Nesta semana, foi a vez do diretor Steven Spielberg e sua esposa Kate Capshaw oferecem o seu apoio. O casal doou US$ 100 mil ao grupo Californianos Contra a Eliminação dos Direitos Básicos.

Em comunicado divulgado hoje, Spielberg afirmou que a "Proposition 8" busca "eliminar o direito de todos e cada um dos cidadãos em nosso Estado a se casar sem se importar com sua orientação sexual".

No final do texto, o casal diz que "essa discriminação não tem lugar na Constituição da Califórnia, nem em nenhuma outra".

Em 15 de maio, a Suprema Corte da Califórnia declarou inconstitucionais as leis que proíbem o casamento entre pessoas do mesmo sexo nesse Estado. A "Proposition 8" defende que o casamento se limite apenas a um homem com uma mulher.

A medida será votada no dia 4 de novembro, na Califórnia. Na mesma data ocorre a eleição presidencial nos Estados Unidos.

Daqui: http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=5781

25/09/08

Glaad celebra número de personagens gays na TV


Glaad celebra número de personagens gays na TV Por Ricardo Bairos (24.set) A Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (Glaad) revelou que o número de personagens gays e lésbicas na TV americana aumentou na nova temporada de shows.

Desta vez, vai haver o dobro do número de personagens gays em programas de TV roteirizados em relação ao ano passado. A emissora de TV Fox, por exemplo, foi de nenhum representante da comunidade gay para cinco. A única exceção é a CBS, que não tem nenhum personagem gay em seus shows. No total, o número é de 16 gays entre 616 personagens em 88 shows de 5 emissoras de TV. (Planet Pop)

BRAD PITT ESTÁ DE MUDANÇA PARA ALEMANHA
(24.set) Brad Pitt e Angelina Jolie estão de mudança para a Alemanha, pelo menos temporariamente. O casal e seus seis filhos desembarcaram na terça-feira em Berlim, onde o ator vai rodar seu próximo filme. O casal foi diretamente para Wannsee, nos arredores da cidade, onde fica a mansão em que eles vão morar por pelo menos 90 dias. Pitt vai rodar "Inglorious Bastards", de Quentin Tarantino, nos arredores da cidade. As filmagens vão começar em três semanas. A casa de 1,2 mil metros quadrados tem até um heliponto. A família vai ter a ajuda de 1 chef particular, 2 babás e 14 seguranças, entre outros empregados. (Planet Pop)

Especialista em Direitos LGBT diz que Brasil está no meio-termo em conquistas para a comunidade

Na última segunda-feira, dia 22, a Escola de Direito da Fundação Gatúlio Vargas, em São Paulo, recebeu o professor Robert Wintemute, especialista em Direitos para a comunidade LGBT da Escola de Direito King's College, da Universidade de Londres.

Em sua exposição, Robert fez uma análise sobre o atual panorama dos Direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais pelo mundo, traçando um paralelo sobre a situação deste grupo populacional em diversos países. Robert concluiu que o Brasil encontra-se em uma espécie de "meio-termo", já que o País "tem uma legislação a este respeito na esfera estadual e municipal, porém sem uma lei federal que trate do assunto", salientou.

Sua fala foi seguida por um debate mediado pelos professores José Reinaldo Lima Lopes, da cadeira de História do curso de Direito da Fundação Getúlio Vargas e da Universidade de São Paulo; por Oscar Vilhena, coordenador do Mestrado de Direito da Fundação Getúlio Vargas e professor de Direito Constitucional e pelo professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Roger Rios.

Ao final do debate, José Reinaldo afirmou que a defesa dos Direitos de gays e lésbicas expressa o fortalecimento da Democracia. "Ao buscarmos proteger esses direitos em sua integridade, estamso contribuindo diretamente para o fortalecimento das instituições. Isto é bom para o País", finalizou

24/09/08

Moscas Mortas Num Copo de Conhaque

Moscas Mortas Num Copo de Conhaque

Depois de duas temporadas de absoluto sucesso, a comédia musical Moscas Mortas Num Copo de Conhaque é uma grande opção para quem quer rir sem parar. Em cartaz na capital paulista, a comédia musical de Ricardo Leitte ganha ares cômicos quando se descobre que são cinco drags queens responsáveis por interpretar mulheres deprimidas e solitárias.

No palco Amanda di Polly, Dindry Buck, Léo Áquilla, Silvetty Montilla e o ator Eduardo Moraes vivem mulheres em seus dramas femininos, com discussões que passam pelo amor, ódio, beijos, até batons e cílios postiços. A noite delas só não é tão amarga por que contam com a companhia do cigarro e da bebida.

Durante toda a temporada, que por sinal é a terceira do espetáculo em São Paulo, o humor dos palcos da noite se integrou perfeitamente com as cortinas vermelhas do teatro, ambientado para parecer com os cabarés franceses da década de quarenta.

Do improviso dos palcos das noites, os atores trazem o jogo de cintura para lidar com eventuais situações geradas pela falta de experiência no teatro e o humor rápido para lidar com os dramas amorosos de cada uma dessas mulheres. "As drags já são um personagem e, neste caso, estamos interpretando outro. Nos shows eu trabalho muito com improviso e no teatro temos que seguir o roteiro, mas o mais interessante é que o público espera os cacos, aí é só deixar a drag voltar à cena", diz Amada di Polly, que no espetáculo vive Eva, uma mulher que abandonou o marido e os filhos depois de uma traição.

Quando surgiu, em 1992, o texto do espetáculo já era pensado para ser interpretado por homens e, segundo o diretor Ricardo Leitte, agora com as as drags atingiu a forma ideal. "É uma peça muito feminina, mas com um escracho tão grande que só um homem pode fazer. Até tentei fazer uma leitura com mulheres, mas não ficou nada engraçado", disse.

A inspiração, segundo ele, veio do tempo em que trabalhou como garçom em bar. Em cena, a dona deste espaço com ar de cabaré, é Silvetty Montilla, responsável pela maioria dos números musicais da peça, cantando "clássicos do copo" como Dois pra lá, Dois pra cá, Gota de Sangue e Bastidores. Este é o terceiro espetáculo de Silvetty, que destaca a liberdade no palco e o clima no bastidor como o grande diferencial desta produção. "Os ensaios e as passagens de texto são ótimos, de brincadeiras feitas nesse período surgiram novas situações da peça", conta.

Silvetty e Léo Áquila são os mais novos integrantes do espetáculo. A montagem está na terceira temporada, mas para Eduardo Moraes o ritmo muda a cada novo ator e "desde a primeira montagem, parece se tratar de outros espetáculos. Cada novo palco ou colega de cena garante uma nova estréia".

Eduardo é o único ator em cena que não é uma drag queen fora do teatro. Em cena, é Cilene, uma das deprimidas freqüentadoras do bar que se encanta com a chegada da desconhecida Fuego (Léo Áquila) e acaba dividindo a atenção da forasteira com Flor, a ingênua personagem de Dindry Buck.

"A Flor é uma pessoa que leva a vida ao extremo: quando ama, ama muito e quando sofre, é demais. Para compor a personagem peguei alguns elementos da Dindry e outros do Alberto. O que acho mais gratificante nesta peça é reunir e carregar comigo os elementos de todos eles", revela Dindry/ Albert.

Moscas Mortas Num Copo de Conhaque. Direção: Ricardo Leitte. Com Amanda di Polly, Dindry Buck, Eduardo Moraes, Léo Áquilla, Silvetty Montilla e Yara Nantes

FONTE: http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_teatroexpo_113.htm

Ministério da Saúde confirma que gays não podem doar sangue


Absurdos...

E mais absurdos...

Bom gente... este é o Brasil..



Em nota técnica na enviada na última sexta-feira, (19/09) o Ministério da Saúde confirmou que gays e homens que fazem sexo com outros homens (HSH) não podem ser doares de sangue. Segundo os representantes do Ministério, os grupos "mantêm conduta de risco de infecção de doenças como Hepatite B, C e AIDS".

A nota intitulada "Situação de risco acrescido para doação de sangue" é baseada em algumas pesquisas recentes e outras nem tanto, relacionadas à Aids. De acordo com os dados, no Brasil a Epidemia de Aids é menor que 1% na população em geral, e maior que 5% em gays e HSH.

Além disso, estudos nos EUA e na Inglaterra também apontam diferenças significantes no número de casos de Aids entre gays e entre heterossexuais. O mesmo é dito sobre a hepatite C, em uma pesquisa de 1991, "HSH pode ser considerado de risco acrescido para infecção pelo vírus da hepatite C (VHC), apesar da via sexual não ser uma via efetiva de transmissão do vírus".

O Ministério da Saúde chega a conclusão de que estão inaptos para doação de sangue: homens e ou mulheres que tenham feito sexo em troca de dinheiro ou de drogas, e os parceiros sexuais destas pessoas; pessoas que tenham feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos, sem uso do preservativo; pessoas que foram vitimas de estupro; homens que tiveram relações sexuais com outros homens e ou as parceiras sexuais destes; homens ou mulheres que tenham tido relação sexual com pessoa com exame reagente para anti-HIV, portador de hepatite B; pessoas que estiveram detidas por mais de 24h; pessoas que tenham colocado piercing ou feito tatuagem em lugares que não apresentavam condições de segurança; pessoas que tenham apresentado exposição a sangue ou outro material de risco biológico; pessoas que sejam parceiros sexuais de hemodialisados e de pacientes com historia de transfusão sanguínea; pessoas que tiveram acidente com material biológico.

Antes de encerrar o comunicado, a entidade pede desculpas pela restrição de doadores. "O objetivo não é a exclusão do grupo de gays e HSH desta generosa prática; nem tampouco apoiar atitudes de constrangimentos e de discriminação desta natureza nos serviços de hemoterapia".

Vitória Lésbica no Tocantins


Justiça do Tocantins concede adoção a casal de lésbicas

Em decisão na cidade de Taguatinga, no sudeste de Tocantins, a justiça concedeu esta semana a um casal de lésbicas a adoção de Wérick dos Santos Delmondes, de 1 ano e três meses de idade.

Em reportagem de Wákila Mesquita, do site Cléber Toledo, Maria Nazaré conta que a mãe de Wérick, quando ainda estava grávida, decidiu que não ficaria com a criança. Naquele momento, ela e sua companheira Lucivanda dos Santos - juntas há 10 anos - foram no cartório e registraram o interesse de entrega à adoção e o de adotar. Quando Wérick nasceu, em junho de 2007, as duas entraram com o pedido de adoção na Justiça.

Nazaré afirma que o judiciário tratou do assunto com naturalidade e que em nenhum momento houve, por parte da Justiça ou do Ministério Público, qualquer ato de discriminação.

No dia 4 de setembro foi emitido o registro de nascimento de Wérick, com os nomes de duas mães. Maria Nazaré e Lucivanda criaram juntas os filhos de Lucivanda, frutos do primeiro casamento. Em 1998, quando foram morar juntas, as duas crianças passaram também à responsabilidade de Maria Nazaré.

** Notícia quentinha, lá do http://grupouniao.blogspot.com/2008/09/vitria-lsbica-no-tocantins.html

Lindsay Lohan assume relação lésbica


A imprensa especula.
Os famosos, no início, desmentem. Depois de um tempo, sem nenhum jornalista para atormentá-los, eles assumem. Foi exatamente isto que aconteceu com a atriz Lindsay Lohan. Confira abaixo toda a descrição da história, sem partes cortadas ou "colocadas".

Depois do acidente em que deixou o baterista Travis Baker e o DJ AM gravemente feridos, a DJ Samantha Ronson foi chamada no programa de rádio Loveline para falar sobre o assunto - ela é amiga de AM.

Durante, o locutor colocou na linha a atriz Linday Lohan, que falaria sobre o acidente e também de outras coisas com Ronson e o DJ Stryker. Tudo ia muito bem, até que ao final do programa surgiu uma pergunta que deixaram todos perplexos (por ter sido feita diretamente, sem nenhuma enrolação). Stryker perguntou à Lohan sobre o seu relacionamento lésbico com a RJ Ronso.

Tudo começou assim: "Agora, todos vocês: Você [Lohan] e Smantha estão saindo por quanto tempo agora? Dois anos? Um ano? Cinco meses? Dois meses?".

Elegantemente, Lohan respondeu em uma frase muito parecida com os letreiros que sobem ao início de cada filme de Star Wars: "Há muito tempo...um tempo muito longo".

É lógico que a DJ Samantha Ronson adorou a revelação pública da atriz.
Quem não gostaria de um tipo de coisas destas, quando se vive em uma sociedade ainda fechada para relacionamentos gays?

23/09/08

Lucy Lawless em The L Word !!!

Abaixo uma tradução do artigo do blog da Lucy Lawless, onde ela fala que podemos esperá-la, em algum momento, aparecendo em The L Word.
http://blogs.abril.com.br/lesblogando

Oi pessoal!

Alguém me perguntou hoje se eu sabia que apoiadores de Sarah Palin estavam chamando-a de Xena. Tive que perguntar, "Oh, Sarah Palin é lésbica também?!" Não vejo isso em nenhum lugar da biografia dela... não, não lá.

Curiosamente, quando Xena era mais nova, trocou a maternidade por uma carreira de guerreira malvada. Hmmmm...

Mas você pode ter pena dos filhos de Obama e Palin. Quando eu era criança, meu pai era Prefeito de Mount Albert em Auckland, Nova Zelândia. Quando eu tinha 13 anos, o time de rugby Springbok, da África do Sul, viajou para a NZ, causando tumultos nas ruas. A África do Sul, na época, estava mergulhada no sistema de Apartheid, onde um governo de minoria branca forçou uma segregação rígida e discriminação.

Os lares da Nova Zelândia ficaram divididos entre aqueles que "só queriam uma boa partida de rugby" (rugby é o esporte nacional) e aqueles que caíram na estratégia dos sul-africanos, apoiando o regime deles tacitamente. O principal local de treino de rugby estava localizado em Mount Albert, e eu me lembro de ir da escola para casa, doente, durante um período de ameças de bomba à nossa casa.

Mesmo em períodos de estabilidade, há várias pessoas que estão furiosas porque suas taxas da água estão subindo, porque não gostam de determinada lei, porque não conseguem seus remédios, e deixam que os filhos dessa figura pública saibam disso. É incrivelmente assustador e doloroso ter um parente querido sendo ridicularizado, odiado.

Nem posso imaginar como deve ser nos dias de hoje, quando há muito em jogo e os ânimos estão acirrados. Deve ser de matar. O Sr. Palin e a Sra. Obama vão ter que trabalhar para preencher a falta de seus parceiros como pais, enquanto eles perseguem seus objetivos.

Veja bem, Chelsea Clinton se saiu bem. Improvável, mas aparentemente verdade.

Eu me afastei para fazer um papel em CSI: Miami, que irá ao ar em 20 de Outubro
(?). Faço uma prostituta sem coração, pra variar.

Procurem-me também em
algum momento de The L Word. Não posso contar nada sobre isso - ainda está no
fundo do armário.


http://www.lucylawlessfanclub.com/

17/09/08

RS: casamento gay é julgado e negado pelo Tribunal de Justiça

No Brasil, país onde tudo é liberado...
Onde todos se dizem muito amigos, muito animados, muito felizes... sem preconceitos...
Alguém pode me explicar por que acham tão difícil aprovar uma lei que oficialize o casamento entre duas pessoas que se amam ???
O Brasil se mostra um país preconceituoso disfarçado.. a cada dia, mais mascarado.
Todo mundo gosta de mostrar uma falsa aparência, dizendo que não tem preconceito, que todo mundo é igual... mas coloca uma causa destas em pauta pra você ver!
Vai ser negação, na certa.

Só espero que algum dia, a gente tenha os mesmos direitos de qualquer ser humado, em relação a casamento.


Na quinta-feira, 11/9, foi julgado na 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, especializada em Direito de Família, o primeiro pedido de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. O advogado G.B., 33 anos, e o cabeleireiro C.D., 23 anos, que vivem juntos desde 2006, desejavam oficializar o casamento, entretanto, o pedido foi negado por dois votos a um.

O Desembargador Rui Portanova (foto: Alexandre Böer), presidente da Câmara, afirmou em sua justificativa que é favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, com base na Constituição Federal, pois, segundo ele, a lei máxima não permite discriminação por sexo.
“Sou a favor do casamento gay. Se no Havaí e na África do Sul é possível, porque não podemos avançar aqui no Brasil também?”, indagou aos presentes, afirmando que "não é uma questão de pioneirismo, mas de afirmação de Direitos".

Entretanto, os Desembargadores Claudir Fidelis, também relator, e José Siqueira Trindade afirmaram que não há amparo na legislação brasileira que sustente a possibilidade de casamento entre pessoas do mesmo sexo e que o reconhecimento da união estável não possibilitaria a ampliação para o casamento civil.

Os autores da ação vão recorrer da decisão.

Alexandre Böer, diretor da ABGLT para Região Sul, afirmou que se no Brasil este direito é negado, "é chegada a hora de recorrermos à OEA – Organização dos Estados Americanos. Recentemente, a 38ª Assembléia Geral da OEA aprovou uma resolução apresentada pelo Brasil intitulada Direitos Humanos, Orientação Sexual e Identidade de Gênero. Esta resolução foi assinada pelos 34 países das Américas e podemos fazer esta denúncia internacionalmente. É impossível que possamos casar em Buenos Aires, aqui num país vizinho, e no Brasil, ainda não. Queremos um marco legal comum para os países do mercosul e as mesmas leis, com os mesmos nomes".

Fonte: http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080912241149233299&tmpl=news

Escola na Espanha recusa ingresso de filhas de lésbicas

Eu falo que o preconceito ainda é grande em diversos lugares...
Aí um exemplo disto!
Aliás... um mau exemplo...


Um colégio nos arredores de Madri vetou o ingresso de duas filhas de um casal de lésbicas.
O "San Estanislao de Kostka" é vinculado à Igreja Cristã e custa 590 euros por mês.
Estava tudo acertado para as meninas entrarem para o colégio, mas ao descobrirem que elas eram filhas de lésbicas, comunicaram que não havia vagas.

As crianças foram geradas por inseminação artificial (foto) e têm dois anos.
Para não ter problemas, um mês antes delas nascerem as mães contraíram matrimônio.

A escola tinha dito que havia vagas. Segundo as mães, Julia e Maria (nomes fitcícios), "nunca houve um obstáculo até que cruzaram com a psicóloga homofóbica" da escola.
Desconfiadas, elas pediram a um amigo que perguntasse se havia disponibilidade vagas. A direção disse que sim.
"Aquele dia nós ficamos paralisadas. Nunca tínhamos sofrido qualquer discriminação. Nos sentimos ofendidas", afirmou o casal.
O diretor da escola nega discriminação, mas prometeu que iria investigar o ocorrido.
Ativistas da FEGLBT estão assessorando as mães.


Fonte: http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080916042075312502&tmpl=news

15/09/08

Dica de Blog


11/09/08

Singelos enquadramentos...

Para as SAUDOSAS... Uma realidade que compartilho... Vejam em singelos enquadramentos lentamente.

OMFG #1

JB

OMFG #2

Bette

OMFG #3

Bette

OMFG #4

Bette

OMFG #5

Bette

OMFG #6

Bette

OMFG #7

Bette

OMFG #8

Bette

OMFG #9

Bette

OMFG #10

Bette

OMFG #11

Bette

OMFG #12

Bette

OMFG #13

Créditos da postagem: http://laurelhollomanbrasil.blogspot.com/


Casal gay é atacado com pedras e garrafas em Roma

A gente vive... e não se dá conta da quantidade imensa de crimes contra homossexuais que acontecem ainda nos dias de hoje...
Será que não tem nada que possamos fazer ???


Dois jovens gays foram atacados por um grupo de rapazes nas imediações do Coliseu em Roma com pedras e garrafas só porque estavam passeando de mãos dadas. As vítimas,
Federico e Christian, de 28 anos, tinham saído de uma rua conhecida como "Gay Street", quando os jovens os cercaram e os agrediram.
O grupo ativista ArciGay denunciou a total indiferença das instituições locais e nacionais com a onda de homofobia que assola o país.

Segundo Aurelio Mancuso, os ataques contra homossexuais vêm acontecendo sistematicamente em toda a Itália. Mancuso pediu ajuda da Ministra da Igualdade, Mara Carfagna, para que interceda favoravelmente.

O prefeito de Roma, Gianni Alemanno, declarou que condena qualquer tipo de discriminação por parte da sociedade e de empresas.

Fonte: http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080910093233502336&tmpl=news

10/09/08

Quem é a mulher mais desejada pelas lésbicas no Brasil?

Bonita ela é... mas... sei lá, penso que não faz assim meu tipo...rs...

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Uma pesquisa com 4.000 leitoras homossexuais do tablóide britânico The Sun elegeu Rachel Weisz como a atriz de Hollywood que mais elas gostariam de transar. Weisz, de 36 anos, é esposa do diretor de cinema Darren Aronofsky, que acaba de ganhar prêmio no Festival de Veneza pelo filme 'The Wrestler'.

Depois de Weisz, ficaram musas como Nicole Kidman, Kate Winslet e Naomi Watts como favoritas das britânicas.

E no Brasil, quem seria a mulher mais cobiçada pelas lésbicas?

Fonte: http://glsplanet.terra.com.br/blog/

Carrefour condenado duas vezes por homofobia

Pelo menos as leis estão começando a valer em nosso país... Discriminou, tem que pagar mesmo, tem que ser condenado mesmo... caso contrário, as pessoas esquecerão que somos todos gente e que merecemos respeito tanto quanto quaisquer outros!



A rede de supermercados Carrefour foi condenada por discriminação. Em setembro de 2006, duas transexuais femininas entraram com uma denúncia perante à Comissão Processante Especial da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo contra a companhia.
Segundo a denúncia, as vítimas faziam compras na unidade da Avenida Salim Farah Maluf, quando foram alvo de injúrias e piadas por um grupo de funcionários do local. Além disso, o gerente do estabelecimento teria presenciado a ação e não a impediu. A primeira vez em que o processo foi julgado, o presidente da Comissão Processante Especial aplicou a pena de advertência. O advogado das transexuais recorreu pedindo uma pena maior.
A Secretaria de Justiça, então, decidiu aplicar a multa de 1.000 UFESP, que equivalem à R$ 14.880,00. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 3 de setembro de 2008. O caso foi acompanhado pelo advogado do Centro de Referência de Combate a Homofobia, da Prefeitura de São Paulo, Dimitri Sales.

Agora a rede Carrefour foi denunciada novamente por homofobia. Desta fez, a vítima foi um homossexual. Douglas Eduardo afirma que foi objeto de chacotas e ameaçado por um segurança da unidade de Piracicaba. No processo ele disse ter ouvido um segurança falar pelo walk talk: "tem um viado aqui criando problema".
Quando procurou a gerência recebeu a reposta de que se tratava de um acontecimento pessoal e um mal entendido. Após registrar Boletim de Ocorrência, Douglas também registrou denúncia na Comissão Processante Especial da Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo contra o Carrefour, com base na Lei Estadual 10.948/2001. O segurança negou os fatos sem apresentar elementos que baseasse a sua defesa. A defesa do permercado Carrefour também negou o acontecimento e afirmou a independência de cada supermercado da rede a fim de evitar a configuração da reincidência.
A Comissão Processante da Secretaria de Justiça julgou procedente a denúncia, entendendo que houve ação constrangedora e vexatória de ordem moral, ato vetado pela Lei 10.948/2001. Assim, aplicou a pena de advertência ao Sr. Wap, segurança do supermercado. E, considerando a
empresa Carrefour como uma só pessoa jurídica, também julgou procedente o argumento da reincidência e aplicou a sanção de 3.000 UFESP, que equivale a R$ 44.640,00.
Cabe recurso à esta decisão.


Fonte: http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080908314223310420&tmpl=news

Lindsay Lohan e Samantha Ronson dão beijo na boca nas ruas de Nova Iorque

Finalmente!
A gente já sabia... mas uma fotinha de um beijinho inocente não faz mal pra ninguém!
E a comunidade lésbica espera que agora Lilo entre nos eixos de vez!!



O beijo mais esperado - de verdade - saiu entre Lindsay Lohan e Samantha Ronson.

A foto foi tirada em plena rua no Soho em Nova Iorque.

Se a atriz não assumiu com todas as letras que é lésbica, agora não há como negar.

Já a DJ Samantha Ronson é homossexual assumida. Elas namoram há alguns meses e a atriz já recebeu uma oferta de um milhão de dólares pela Revista OK! para assumir em uma exclusiva, mas não topou.

Fonte: http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080908431024167696&tmpl=news

ONU analisa 1º caso do genocídio de Camboja envolvendo transexual



O primeiro caso de uma vítima transexual está em trâmite no tribunal internacional que julga o genocídio cometido pelo regime do Khmer Vermelho no Camboja, que executou 2 milhões de pessoas entre 1975 e 1979.

As vítimas eram levadas para campos de concentração onde eram submetidas a todo tipo de torturas.

O tribunal da ONU recebeu 1800 denúncias, mas só 28 foram acolhidas.

O caso de Sou Sotheavy (foto) é mais um caso bárbaro de crime contra a humanidade.

Ela, uma transexual, foi descoberta e violada diversas vezes por grupos de soldados, com a cabeça amarrada a uma pedra e as pernas separadas por madeiras em campo de concentração devido à sua identidade de gênero. Seu "crime": delitos morais.

"Quando perguntei porque eles faziam isso, os guardas diziam que violar um homem não era crime", disse Sotheavy.


Além da violência sexual e a rotina de trabalhos forçados, a transexual foi submetida a torturas psicológicas.

"Me obrigaram a casar com uma mulher", revelou a vítima ao tribunal, "e me forçaram a realizar o ato sexual com a minha esposa em público para provar que o casamento havia se consumado".

Esta é a primeira denúncia do gênero e deverá servir de exemplo para os demais.

Segundo a advogada de Sotheavy, Silke Studzinsky, até então o tribunal internacional não incluía especificamente crimes sexuais aos membros do Khmer Vermelho, mas assegura que os juízes vão concordar que esse tipo de violência faz parte dos crimes contra a humanidade atribuídos ao regime ultranacionalista cambojano.

Não muito atrás, em 2007, o grupo em defesa dos Direitos Humanos conhecido como Adhoc denunciou 503 casos de agressões sexuais, 17% das vítimas jovens de 5 a 18 anos.

09/09/08

Marcos Grabowski é o Mr Gay Brasil 2008

Por William Magalhães 8/9/2008 - 18:08

O sorriso e o cabelo cacheado dão ao rosto de menino um ar angelical. No último sábado (06/09), o modelo goiano Marcos Grabowski, 22, foi eleito o gay mais bonito do Brasil pelos jurados do concurso Mr Gay Brasil 2008.

O rapaz protagonizou um dos momentos mais engraçados da noite, ao dizer que queria quebrar o preconceito com que os homossexuais são vistos. As gargalhadas da platéia vieram, quando ele citou "as pintosas", em seu discurso. Marcos será representante nacional no concurso Mr Gay, que acontece em Los Angeles.

A cerimônia, realizada no Auditório Elis Regina, no Anhembi, começou com certo atraso. Os presentes tiveram que aguardar em fila por cerca de uma hora até que as portas fossem abertas. "Tivemos alguns probleminhas de última hora, luzes queimadas", justificou André Fischer, dando as boas vindas ao evento e entregando o palco para Silvetty Montilla, que animou o público com suas tiradas.

Casamento

O evento teve apresentação de Leão Lobo. Em seu discurso de abertura, o jornalista chamou atenção para a importância do reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo. "A gente tem que lutar pela união verdadeira e não levar em conta esses casamentos que mais parecem reunião de Tupperware pra dar ibope na Luciana Gimenez", alfinetou.

A união civil, aliás, foi tema recorrente nas falas dos candidatos ao posto de Mr Gay Brasil. No momento em que foram entrevistados pelo júri, todos os cinco finalistas disseram ter interesse em "quebrar o estereótipo" que envolve a imagem dos gays hoje em dia.

Militância

Durante o concurso, Leão Lobo pediu que os jurados prestassem atenção às falas dos candidatos. "Não estamos avaliando só beleza. Vamos levar em consideração a inteligência também". Mostrando-se atualizados, alguns rapazes usaram a nova sigla do movimento homossexual - LGBT, com L na frente do G. Drags presentes na platéia conversavam sobre a mudança. "Mudaram mesmo? Por quê?", questionava Kaká Di Polly. Ao saber que a mudança ocorrera por conta da visibilidade lésbica brincou. "Eu quero é que elas se fodam", disse Kaká entre risos.

Torcida

Os candidatos ao posto de mister fizeram três entradas. Na primeira trajaram apenas sungas, exibindo seus belos corpos. Em seguida, os rapazes se vestiram com roupas que integram a nova coleção de verão do estilista Rogério Figueiredo. A última etapa era a dos trajes brancos. Diferente dos concursos de miss gay e miss transex, as roupas aqui eram padrões. Nada de brilhos, swarowskis e canutilhos. Só pra variar um pouco. Nos intervalos entre as apresentações dos candidatos, Marina Furquim e Ana Gelinskas cantaram hits gays como It's Raining Man e I Love the Nightlife.

Se dependesse da animação da torcida, o paulistano Edson Lopes teria levado a melhor. Outro candidato que também fez sucesso com o público foi o belo Maicon Araujo, Mr Florianópolis.

Tchauzinho de mister

Antes de passar a faixa para Grabowski, Luciano Lupo, o Mr Gay 2007, falou sobre seu ano de reinado e anunciou que irá retomar sua profissão de publicitário. Em entrevista ao A Capa, o belo contou que tem planos de mudar para São Paulo até o final deste ano e disse qual deve ser a bandeira abraçada por seu sucessor.

"Não sei se a união civil é exatamente o foco. Temos que lutar por respeito. Nosso grande problema hoje é a imagem. Muita gente me falava que eu não parecia gay porque não usava saia, maquiagem. Temos que fazer que as pessoas entendam que ser gay não é um bicho de sete cabeças como imaginam", afirmou Lupo.











Marcos Grabowski é Mr. Gay Goiânia

O escolhido para representar Goiânia no Mr. Gay Brasil 2008, em São Paulo, é Marcos Igor Grabowski, de 22 anos. É a primeira vez que a cidade participará da etapa nacional. Neste sábado, o belo assume a faixa durante a festa GLOW.

Nascido em Goiânia, Marcos é filho de gaúchos com origem polonesa. O mister tem 1,82m, lindos cachos castanhos, olhos verdes e um corpo muito bem esculpido e bronzeado.

Nesta semana, o Mr. Gay Goiânia posou para ensaio clicado pelo fotógrafo Dudu Lima com direção do produtor de moda Marcus Barozzi.

O candidato diz se sentir preparado para representar a cidade no concurso nacional e já concentra suas atenções na vitória que classificará o candidato brasileiro para a final mundial, em Los Angeles. “Além de buscar trazer o prêmio para Goiânia, vou focar em trazer o prêmio para o Brasil. Me sinto confiante para representar com força a beleza brasileira”, diz.

Marcos também promete levantar a bandeira de sua cidade natal: “Sou apaixonado por Goiânia, sou suspeito para falar. É uma cidade ótima para viver, com um pessoal super acolhedor. Uma cidade bonita, limpa”. Ele defendeu ainda a culinária com a tradicional fruta da região, o pequi. Segundo ele todos deveriam experimentar.

O rapaz já estudou Design de Moda e chegou a trabalhar como modelo quando tinha 18 anos. Agora planeja estudar Administração em Florianópolis.

Nas fotos, Marcos veste: U/W, Door, Body Island e Vodka Cuba. Super agradecimento à família Façanha de Sá, pelo apoio nas fotos, e a Vera Lima pela locação.

ParouTudo

05/09/08

O começo do fim da invisibilidade

Desembargadora Maria Berenice Dias comenta decisão do STJ que reabriu processo sobre união homossexual

Por Maria Berenice Dias*
Publicado em 4/9/2008 às 11:26

O Superior Tribunal de Justiça acaba de proferir decisão histórica, ao determinar o prosseguimento da ação em que um casal formado por um brasileiro e um canadense buscou o reconhecimento de constituírem uma união estável.

Vivendo juntos há 20 anos e casados no Canadá, buscam a obtenção do visto de permanência para fixarem residência no Brasil. Tanto o juiz de São Gonçalo como o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro haviam fulminado a ação, alegando "impossibilidade jurídica do pedido", ou seja, que a ação não poderia ser proposta por falta de previsão legal.

A decisão não significa que o STJ reconhece a existência do vínculo entre ambos e nem declara que se trata de uma união estável. Mas toma uma posição sobre tema envolto em preconceito e alvo de tanta discriminação que leva o legislador a omitir-se. Daí o significado do julgamento, pois impõe a inclusão das uniões homoafetivas no âmbito de proteção do sistema jurídico como uma realidade merecedora de tutela.

Pela primeira vez é admitido, por um Tribunal Superior, que as pretensões envolvendo pares homossexuais merecem ser apreciadas pela justiça. Aliás, neste sentido já vem se manifestando, de forma cada vez mais freqüente, tanto justiça comum como as justiças especializadas de vários Estados. Inclusive as demandas propostas pelo Ministério Público perante a Justiça Federal têm eficácia erga omnes, o que levou o INSS a expedir Resolução Normativa para a concessão de direitos previdenciários aos parceiros do mesmo sexo.

O próprio Supremo Tribunal Federal, ao menos em duas oportunidades, já manifestou postura francamente favorável ao reconhecimento das uniões como entidade familiar. Os Ministros Celso de Melo e Marco Aurélio, em decisões monocráticas, mostraram indignação ante ao descaso social a tal segmento da população. Fora disso o Superior Tribunal Eleitoral, pelo voto do Ministro Gilmar Mendes, declarou a inelegibilidade da parceira de quem ocupa cargo político.

Mas às claras que o grande mérito da decisão foi impor o cumprimento da lei. Afinal a Lei 11.340/06, de combate à violência doméstica - a chamada Lei Maria da Penha - definiu entidade familiar como "qualquer relação íntima de afeto" e, repetidamente, refere que tais relações independem de orientação sexual.

Assim, ao determinar o prosseguimento da ação, o STJ cumpre sua função maior que é de assegurar a vigência da legislação infraconstitucional.

Além disso, claramente o Poder Judiciário manda um recado ao Poder Legislativo: falta de lei não significa ausência de direito.

É chegada a hora de acabar com a invisibilidade de quem só quer ter o direito de ser feliz.

* Maria Berenice Dias é advogada especializada em Direito Homoafetivo - www.mariaberenice.com.br.

Leisha Hailey irá protagonizar spin-off de L Word

Piloto da série derivada começa a ser rodado em dezembro nos EUA

Por Redação
Publicado em 4/9/2008 às 13:06

O canal Showtime acaba de anunciar que a atriz assumida Leisha Hailey irá protagonizar a spin-off (ou série derivada) de “The L Word”, cujo piloto começa a ser rodado em dezembro nos Estados Unidos.

Ilene Chaiken, produtora executiva de “L Word”, será responsável pelo roteiro e produção da nova série. Segundo o Showtime, a spin-off começará inicialmente a ser transmitida online, com possibilidade de seguir para a televisão. Nenhuma outra informação foi dada pelo canal.

No final da quinta temporada – no Brasil, o Warner Channel exibe atualmente a quarta temporada da série – a jornalista bissexual Alice, interpretada por Leisha, termina com a namorada Tasha (Rose Rollins), e busca desesperadamente uma vaga para trabalhar como repórter de TV.

Além de no momento rodar a sexta temporada da série, Leisha divulga o primeiro álbum de sua banda Uh Huh Her, “Commom Reaction”, e percorre os EUA em uma turnê.

Em 2007, a atriz figurou na lista do site "AfterEllen.com" como uma das atrizes mais populares entre lésbicas.

Rapper americana derruba barreiras

Crédito: Divulgação

A rapper americana Invincible

Com novo CD, Invincible mostra que lésbicas também têm seu espaço no hip hop
Por Nina Lopes


Publicado em 3/9/2008 às 22:17

Imagine o cenário do hip hop, um universo predominantemente masculino, sendo invadido por uma mulher. Lésbica. Judia. Não acredita?

Invincible, rapper de Detroit, é tudo isso e muito mais. Derrubando barreiras do preconceito em quase todos os aspectos, a jovem usa toda sua originalidade para falar (e cantar) sobre as injustiças em seu país e no mundo.

Em seu novo CD, ShapeShifters, Invincible levanta questões políticas e sociais tão delicadas que poucos rappers ousaram pisar em terrenos tão perigosos. Em People not Places ela argumenta sobre a guerra entre palestinos e judeus questionando ensinamentos judaicos sobre a lei do retorno (Jewish law of return I don´t seem to understand a land without a people, a people without a land but I see a man standing with a key and a deed in his hand...)

Em Deuce/Ypsi ela canta sobre a luta racial/econômica que presenciou durante a infância em Ann Arbor (pequena cidade no estado de Michigan) e, fechando o CD, está Locusts uma das faixas mais políticas sobre aqueles que estão construindo uma cidade de Detroit em benefício próprio ao invés de se preocuparem com melhorias para a própria urbe e seus habitantes.

Através do seu sucesso, Invincible mostra que é possível transpor qualquer tipo de dificuldade com dignidade, respeito e orgulho de ser lésbica, mulher, judia e... rapper.

Camisetas


CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO IRÁ SEDIAR PRIMEIRO CASAMENTO GAY DO INTERIOR

por Verônica Dimitri
da redação

Vai acontecer em janeiro de 2009 o casamento entre os namorados Pedro e Alex na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Os rapazes moram em São Paulo, mas decidiram realizar a cerimônia no interior por conta dos familiares que vivem por lá. "A princípio faríamos aqui em São Paulo, onde moramos, no bairro Bela Vista, porém nossas famílias moram em Ribeirão Preto, nossos padrinhos e amigos também, então resolvemos levar a Ministra da 'Igreja Para Todos' para celebrar nossa união" complementou o Promoter e Organizar de Eventos, Alex Correia.

Será uma celebração simples, segundos os noivos, que prometem não esconder suas origens e sonhos, cuja celebração terá direito a lembrancinhas de casamento, padrinhos, mais de 100 convidados, além de empresários, advogados, políticos e incentivadores do casamento.

O casal conta com o apoio de todos para a realização do enlace. Em São Paulo é muito comum este tipo de evento, mas apesar das 3 Paradas Gays que o município de Ribeirão Preto abriga ao ano, o casamento tanto no cívil (união estável), como no religioso, será o primeiro da região. "E acredito que será o primeiro de vários outros na cidade", analisa Alex.

FICHA TÉCNICA DO CASAMENTO

PADRINHOS DE ALEX CORREIA:
KELI CORREIA E RONY
MARCOS CORREIA E REGINA CLAUDINO
KELLY PERREIRA E FABIO DE JESUS ( PRESIDENTE DA ONG ARCO ÍRIS )
DULCINEIA E LUAN

PADRINHOS DE PEDRO CARDOSO:
LILLIAN CARDOSO E BRUNO CICILINE
ADALGISA CICILINE E ANTONIO CICIINE
LILIANE FERREIRA E ANDERSON FERREIRA
LUCIMARA CARDOSO E LUCIANO CUNHA

FLORISTAS:
PATRICIA CARDOSO E BEATRIZ CICILINE

MINISTRA DA CERIMONIA:
PASTORA INDIRA

LOCAL: ESPAÇO PARADISE
BUFFET: ALTICK
DECORAÇÃO: CLEBER E MARA ALTICK FLORES
CERIMONIAL: ALEX COOPER
DJ: ROGER

Vista da Janela: Um passo importante

Publicado no Diário do Povo em 04/09/2009

Enquanto assistimos mortes de travestis e agressões a sindicalistas homossexuais em Campinas, boas notícias chegam de Brasília no que diz respeito aos direitos dos homossexuais. Esta semana, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que é possível juridicamente pretender-se o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo. A decisão, além de ser um grande passo para a comunidade GLBT, pode funcionar como uma luz no fim do túnel para o projeto de lei de Marta Suplicy sobre união entre pessoas do mesmo sexo seja retomado.

O projeto está parado na Capital Federal há 13 anos, aguardando votação dos nossos queridos representantes parlamentares.

Se a comunidade GLBT pode começar a sonhar com o dia em que o casamento homossexual será garantido por lei, é preciso pensar mais longe.

Mesmo se as bancadas católica e evangélica continuarem a congelar o projeto de Marta, a jurisprudência aberta pelo STJ abre para os homossexuais um novo horizonte, que nenhuma religião ou heterossexual e até mesmo homofóficos podem tirar de vista.

02/09/08

Pesquisa: 70% querem tornar crime a homofobia


Pesquisa do DataSenado divulgada ontem apontou que 70% dos brasileiros concordam com a aprovação do projeto de lei que torna crime a discriminação e o preconceito contra homossexuais (PLC 122/06). O projeto, de autoria da deputada Iara Bernardi, está sendo analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), no Senado, e tem como relatora a senadora Fátima Cleide (PT-RO). As informações são da Agência Senado.

De acordo com a pesquisa, a região Sul foi a que apresentou o maior índice de concordância com a proposta (73%), entre pessoas com nível superior (78%) e idade entre 16 e 29 anos (76%). Já os menores índices de concordância foram registrado na região Centro-Oeste (55%), entre os que cursaram até a quarta série do ensino fundamental (55%) e pessoas com mais de 30 anos (67%).

No que se refere à religião, a criminalização de atos de preconceito contra homossexuais é defendida por 55% dos evangélicos, enquanto 39% deles querem a rejeição do projeto de lei. Entre os entrevistados de outras religiões, o que inclui a católica, mais de 70% defendem a aprovação da proposta. Ainda de acordo com a pesquisa, 79% dos brasileiros que se declaram ateus aprovam a criminalização da homofobia.

A pesquisa foi realizada por meio de telefone entre os dias 6 e 16 deste mês, entrevistou 1.122 pessoas maiores de 16 anos, com acesso a telefone fixo e residentes em capitais brasileiras. A maioria dos entrevistados é do sexo feminino (54%), reside na região Sudeste (48%), possui o nível médio (51%), está na faixa etária entre 20 e 29 anos (24%) e tem renda familiar entre dois e cinco salários mínimos.

O DataSenado realizou a investigação após aumento expressivo de telefonemas registrado pelo serviço de atendimento Alô Senado com comentários sobre o assunto - no último ano, o Alô Senado recebeu 140 mil manifestações, número recorde desde 2003.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2970514-EI306,00.html

STJ manda reabrir processo sobre união gay

Por três votos a dois, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nesta tarde a reabertura do processo no qual um casal homossexual formado por um agrônomo brasileiro e um professor canadense pleiteiava o direito de ter reconhecida sua relação como união estável. O casal, que vive sob o mesmo teto desde 1988, havia tido seu pedido negado pela Quarta Vara de Família de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, sem avaliação de mérito. Com o reconhecimento de união estável, eles poderiam pleitear a concessão de um visto permanente para que o estrangeiro pudesse viver no Brasil.

Apesar de não representar automaticamente o reconhecimento das uniões homoafetivas, a decisão do STJ de hoje é o primeiro momento em que a Justiça brasileira interpreta o Código Civil garatindo que os gays tenham suas reivindicações analisadas sob a ótica do Direito de Família. Anteriormente, informa o STJ, o Poder Judiciário reconhecia os diretos homossexuais apenas sob aspectos de seguridade, como planos de saúde e previdência.

O voto desempate foi dado pelo ministro Luís Felipe Salomão. No início do julgamento, os ministro Pádua Ribeiro, relator do caso, e Massami Uyeda, avaliaram que os homossexuais têm o direito de ter seu caso analisado pela Justiça de primeira instância. Pádua Ribeiro observou ainda que não existe nenhuma proibição legal ao reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Os ministros Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho Júnior, em contrapartida, opinaram que a Constituição é clara ao se referir ao reconhecimento da união estável entre homem e mulher como entidade familiar.


Fonte http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3152947-EI306,00.html

01/09/08

Nova Família [Vamos torcer!!!]

STJ julga se casal gay pode viver em união estável

O Superior Tribunal de Justiça volta a julgar, na próxima terça-feira (2/9), o reconhecimento de união estável entre homossexuais do ponto de vista do Direito de Família. Caberá ao ministro Luís Felipe Salomão, recém empossado no STJ, o voto de desempate.
O relator do recurso é o ministro Antonio de Pádua Ribeiro, que votou a favor do reconhecimento, assim como o ministro Massami Uyeda. Os votos contrários partiram dos ministros Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho Junior.
A demanda envolve um casal formado por um agrônomo brasileiro e um professor canadense. A ação declaratória de união estável foi proposta na 4ª Vara de Família de São Gonçalo (RJ). O casal alega que vive junto desde 1988, de forma duradoura, contínua e pública.
O objetivo principal do casal era pedir visto permanente para que o estrangeiro pudesse viver no Brasil, a partir do reconhecimento da união. Mas, a ação foi extinta sem julgamento do mérito pelo Judiciário fluminense.
É a primeira vez que o STJ analisa o caso sob a ótica do Direito de Família. Até então, a união homossexual vem sendo reconhecida pelo tribunal como sociedade de fato, sob o aspecto patrimonial.

FONTE: Revista Consultor Jurídico, 27 de agosto de 2008

FALECEU DEL MARTIN, FEMINISTA LÉSBICA


Texto extraído da lista Feminismo LGBT. Escrito por Luriana Cohen

Del Martin, ativista feminista estadunidense que foi a primeira homossexual a se casar com sua companheira nos Estados Unidos, após 55 anos de convivência, faleceu no último dia 27. Ela era escritora e tinha 87 anos.

Ela e Phyllis Lyon tiveram que se casar duas vezes: uma em 2004, quando o Prefeito Gavin Newsom teve a iniciativa de realizar casamentos de lésbicas e gays. Na ocasião, quase 4000 casamentos foram cancelados, até que em 2008 a lei que permitia legalmente o casamento de pessoas do mesmo sexo na California, foi finalmente aprovada.

Em 1955, com Phillys e várias outra mulheres, Del Martin fundou a Daughters of Bilitis (DOB), primeira organização nacional para lésbicas nos Estados Unidos. A DOB foi fundada porque as mulheres sentiram que suas causas não vinham sendo consideradas pelos grupos de direitos gays da época. Também criou um espaço para que as lésbicas pudessem se reunir fora dos bares e lutar pela igualdade.

Além de lutar pelos direitos das lésbicas, Del foi uma líder nas causas dos diretos civis e feministas. Foi a primeira lésbica eleita para a National Organization for Women (NOW). Ela era membro do Alice B. Toklas Lesbian/Gay Democratic Club e também fundadora do Old Lesbians Organizing for Change, lutando contra o "geracionismo" e homofobia ao mesmo tempo.


A cineasta e fotógrafa Joan E. Biren (JEB) fez o filme No Secret Anymore: The Times of Del Martin and Phyllis Lyon, que estreeou em 2003 em festivais de filmes sobre lésbicas e gays pelo país (EUA).


Após a morte de Del, Phyllis declarou:


"Ever since I met Del 55 years ago, I could never imagine a day would come when she wouldn't be by my side. I am so lucky to have known her, loved her, and been her partner in all things. I also never imagined there would be a day that we would actually be able to get married. I am devastated, but I take some solace in knowing we were able to enjoy the ultimate rite of love and commitment before she passed."

"Desde que conheci Del há 55 anos, nunca imaginei sequer um dia em que ela não estivesse ao meu lado. Sou uma felizarda por tê-la conhecido, amado e ter sido sua parceira em tudo. Eu também nunca havia imaginado que um dia poderíamos nos casar legalmente. Estou devastada, mas me consola um pouco saber que pudemos passar por esse último rito de amor e compromisso antes que ela se fosse."

Vale a pena ver de novo....

Após mais de três anos exibindo somente novelas que passaram no horário das 18h (todas de época), Vale a Pena Ver de Novo exibirá a partir desta segunda o reprise de uma novela do horário nobre... Nela, reveremos as personagens Clara e Rafaela, vividas por Aline Moraes e Paula Picarelli, que tanto encantaram muitas(os) expectadoras(es)!!

Continuar o exemplo



Ainda vos lembrais da história de amor de Del Martin e Phyllis Lyon? (clicar para ler)? É um tanto ou quanto inesquecível, não é?
Del Martin (de roxo na foto ao alto) tinha 87 anos quando se casou com Lyon, em Junho passado. Digo «tinha» porque Del Martin já não está entre nós desde a passada quarta-feira, dia 27.
É com alguma tristeza que escrevo isto, mas não fico a pensar no que de mau tem o desaparecimento de alguém. Penso, isso sim, de que modo é que quem fica pode fazer alguma coisa para evitar que esse desaparecimento seja definitivo. E, neste caso, podemos fazer muito.
Podemos fazer muito porque Del Martin deixa um testemunho pleno de afirmação, conquista, luta e proveito. Deixa um percurso de vida que é verdadeira lição, por tudo o que fez por ela, por mim e por vós, que ledes este texto, sejais ou não homossexuais. E sabeis porquê? Porque o seu exemplo de vida ensina-nos a não diferenciar, a respeitar o outro como ele é, gay ou straight, bi ou trans; porque o seu exemplo de vida ensina-nos a lutar por aquilo em que acreditamos, mesmo que não advenha daí nada de que nós queiramos usufruir (Del Martin e Lyon disseram que, na sua idade, o casamento só era importante para elas porque era exemplo de concretização para outros) e porque o seu exemplo de vida deve servir-nos de incentivo para que façamos pelos outros, ao menos, metade de tudo aquilo que ela fez.
Se já tínheis esquecido a história de Del Martin e Lyon, então esta é uma boa altura para a relembrardes e guardardes nos vossos corações para sempre. Pessoas que façam a diferença como ela não haverá muitas, certamente, mas cada um de nós pode contribuir para a grande diferença fazendo a sua pequenina parte. É o exemplo que, antes de ir embora, ela deixou e que, se for continuado, nunca perecerá.

Por: http://www.assumidamente.blogspot.com/