28/08/08

Toma lá que já casaste!













Ellen DeGeneres e Portia di Rossi casaram no dia 16 de Agosto (clicar para ler notícia do PÚBLICO). De papel passado, entenda-se. Com direito a anel de diamante de três quilates e vestido branco, como manda o figurino. Afinal de contas, um casamento igual a tantos outros. Só os ignorantes continuam a achar que não...

22/08/08

Tirinha "Maria e Maria"

Tirinha


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Tirinha do site: http://www.mundinhos.com/

Tirinhas

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Premiação encerra 4ª Mostra de Arte Lésbica

Premiação encerra 4ª Mostra de Arte Lésbica



19 de Ago de 2008 - 18h42min



No último domingo, 17 de agosto, ocorreu o encerramento da 4ª Mostra de Arte Lésbica, no Centro de Convivência Cultural de Campinas. Durante o evento, foram premiadas as obras Feminino escondido, fotografias de Paula Cabral, pela comissão julgadora; e Vaginelas, desenho de Álvaro Marinho, pelo júri popular.

O público da mostra ao longo destes quinze dias foi de aproximadamente setecentas pessoas, que puderam conferir a exposição de pinturas, desenhos, fotografias, esculturas, além do vídeo Sapphadas, lançado no dia de abertura e exibido ao longo deste período. Todas as obras abordaram a temática da lesbianidade ou do feminino, inserindo a homossexualidade feminina na agenda cultural da cidade.

O evento bienal é organizado pelo MO.LE.CA (Movimento Lésbico de Campinas) e ocorrerá novamente em 2010, com a 5ª Mostra de Arte Lésbica. Para este próximo evento, já estão sendo planejadas diferentes formas de inscrição dos artistas, além da forma tradicional via correio. De acordo com Maria Amélia Manarini, uma das organizadoras, a idéia é ampliar o número de artistas inscritos, uma forma de estimular a criação de obras sobre a mulher e a homossexualidade feminina.

A Mostra ocorre sempre em agosto, mês da visibilidade lésbica, sendo que no dia 29 se comemora o Dia Municipal da Visibilidade Lésbica na cidade de Campinas.

Os premiados da Mostra

O último dia do evento foi marcado pela entrega de dois prêmios de quinhentos reais aos artistas que tiveram suas obras escolhidas pelo júri popular, formado pelo público que votou ao longo do evento; e pela comissão julgadora da Mostra.

Feminino escondido, de Paula Cabral, obra escolhida pela comissão julgadora, é composta de duas fotografias com manipulação digital. A artista que também é pedagoga e faz especialização em Artes Visuais, Intermeios e Educação, trabalhou na produção de curta-metragens como roteirista, assistente de direção e diretora. Atualmente, divide seu tempo entre as crianças do Ensino Fundamental e sua câmera fotográfica.

Vaginelas, desenho de Álvaro Marinho, foi a obra escolhida pelo júri popular. O artista, com graduação em Imagem e Som, trabalha nas áreas de design e produção audiovisual e, em 2006, foi premiado por material desenvolvido para uma Campanha de Prevenção de DST/AIDS. Além de ter sido escolhido pelo público da Mostra, foi quem elaborou todo o material gráfico da 4ª. Mostra de Arte Lésbica.

http://www.espacogls.com/noticias/?noticia=2938


14/08/08

Para que servem as Paradas do Orgulho Gay?

O direito de um começa onde o do outro termina.

De acordo com os meus conhecimentos a luta pelos direitos dos homossexuais se iniciou com o famoso incidente entre a polícia e os homossexuais no Stonewall Bar, na cidade de Nova York, no final dos anos 60. O local freqüentado por gays da região, era vítima de constantes batidas policias onde os homossexuais eram agredidos e humilhados. Após o
conflito, onde muitos gays e policiais sairam feridos, a luta pela causa homossexual ganhou força em todo o mundo. Daí foi decidido que o dia 28 de Junho, dia deste incidente, seria lembrado como o dia em que os homossexuais levantaram a cabeça e a voz para exigir os seus direitos e se fazerem visíveis aos olhos do mundo.

Muitas décadas se passaram e hoje todos os dias vemos nos jornais, na televisão, na mídia em geral, que a luta homossexual continua e está cada vez mais forte. Em todo o mundo grandes desfiles, chamados de paradas, em comemoração aos direitos e a liberdade dos homossexuais ganham mais destaque, apoio e adeptos. Seja homossexual ou heterosexual os participantes se fazem ouvir com faixas, músicas, efeitos visuais, carros alegóricos e com a presença de personalidades que nada têm a ver com a luta pelos direitos dos homossexuais em geral.

No mundo inteiro esses grandes "desfiles" são vistos com bons olhos por uns e com desprezo por outros. Há países onde essas manisfestações são fruto de anos de luta e da liberdade conquistada a sangue, suor e lágrimas. Nos países ditos civilizados, as manifestações em prol dos direitos homossexuais são mais intensas e têm caráter político. Mas mesmo assim em alguns desses países esse direito conquistado não é posto em prática. Posso citar alguns exemplos como a Polônia, onde os homossexuais continuam sendo tratados como cidadãos de segunda classe e onde recentemente a parada do orgulho gay foi proibida pelo prefeito de Varsóvia e pelo primeiro-ministro polonês. Na cidade de Riga, capital da Letônia, alguns homossexuais que organizavam a parada do orgulho gay foram agredidos por manifestantes contra a parada e por neo-nazis, que na ocasião atiraram fezes nos organizadores. Em Moscou, capital da Rússia, seguindo o mal exemplo de Riga teve a parada proibida pelo prefeito e grupos neo-nazis marcaram presença agredindo alguns manifestantes.

No Brasil a febre das paradas se iniciou na cidade de São Paulo, e como tudo o que é novo e vira moda em São Paulo, rapidamente se espalhou pelo país. No início as manifestações tinham realmente um sentido de luta, mas com o passar do tempo passou a ter um caráter de festa, ainda que alguns inocentes vejam nessa fantástica "demostração de liberdade", com números recordes de participantes, algum sentido ideológico. Políticos, personalidades famosas, todos aqueles que querem aparecer e demonstrar que são simpatizantes da luta dos homossexuais, pegam carona nos animados trios-elétricos com música eletrônica e enfeitados com drag queens e gogo boys, para fazer a sua promoção pessoal. Fora dali pouco lhes interessa a luta dos homossexuais.


Depois de serem fotografados para revistas e jornais nacionais e internacionais, é só
esperar chover convites para aparecer em programas na TV, onde debatem sem a mínima
idéia sobre os direitos dos homossexuais e outros assuntos. "Eu tenho vários amigos
gays. Eles são os meus melhores amigos!" - dizem algumas estúpidas, ou "Eu trabalho com gays, respeito muito eles. São pessoas como outra qualquer." - diz um estúpido que, se um gay lhe der uma cantada provavelmente sairá com um olho roxo.

Toda essa questão de ter ou não uma parada não vale de nada. Os direitos não se
conquistam com trios-elétricos, gente semi-nua, travestidos, malhados mostrando o corpo
artificialmente cultivado, personalidades estúpidas que não têm a mínima idéia do
que acontece ao seu redor ou do que seja a luta por um direito que é de todos, o direito
de existir. Todo esse carnaval não levará a lugar algum. Não sou contra as paradas,
sou contra a comercialização e a elitização de um movimento que tem um significado
importantíssimo, que é a luta dos homossexuais para serem respeitados, aceitos e vistos
como gente pela sociedade.

Não importa se participam 10 mil, 100 mil, 500 mil, 1 milhão, 2 milhões. As manifestações não terão nenhum valor se continuarem a ser vistas como um grande carnaval. Tem que ter alegria? Tem! Entusiasmo? Tem! Tem que ter garra? Tem! Mas acima de tudo tem que ter consciência. Uma manifestação do orgulho gay não é um carnaval.


Uma manifestação, seja do que for, é algo sério. É uma arma importantíssima e as
pessoas não se dão conta disso. Alguém já viu uma manifestação contra o racismo, o
terrorismo, a corrupção (se houve alguma), o desemprego, a liberdade de espressão, que
mais parece um desfile de escolas de samba ou um carnaval fora de época com cantores
famosos, atores e etc.? Sem falar na falta de respeito por parte das pessoas que não
estão a favor dos homossexuais e que por ignorância, que vem de família, atacam
física e verbalmente aos participantes.

Será que as paradas são realmente bem vistas? Será que as pessoas que assistem de
longe, as famílias que levam os seus filhos (ainda crianças) para ver uma parada do
orgulho gay realmente recebem e passam aos seus filhos ou aos outros a mesma mensagem que nós queremos passar? Será que os políticos, que querendo ou não são os que decidem (em parte) o nosso futuro, recebem essa mensagem? Será que eles levam a sério e acreditam realmente que estamos lutando por algo? Ou será que no fundo o que todos vêm é o que nós, quiçá sem perceber, realmente passamos? Ou seja, que uma parada do orgulho gay nada mais é do que um carnaval fora de época onde, segundo dizem, "as bichas, sapatões, travestis, rapazes semi-nus e gente famosa querendo aparecer", se
reunem para "fazer barulho" usando como bandeira uma causa importante que merece
atenção, respeito, apoio e o mesmo tratamento dado a qualquer outra.


*Colaborou nesta matéria
Lázaro Telles direto de Madrid

Violência entre casais gays

Um sistema de justiça “extremamente preconceituoso” leva as vítimas a não recorrer às autoridades


A frequência dos comportamentos abusivos entre casais homossexuais é relativamente próxima da que ocorre entre heterossexuais. Pelo menos é o que informa uma pesquisa realizada pela Universidade do Minho em Portugal, nos meses de junho e julho 2008, que alerta para a necessidade de criar serviços de apoio para atender a estas vítimas.
O trabalho da Universidade, atentou para uma realidade “ignorada ou negada”, explica a pesquisadora Carla Machado. Ignorada por causa do predomínio das relações heterossexuais dentro das ciências sociais, mas também “pelo medo que a comunidade homossexual de diversos países tem” de ver alimentar “ um estereótipo negativo e estigmas associados à homossexualidade”.

No artigo “Dupla invisibilidade: a violência nas relações homossexuais”, a autora Carla Machado lança ainda outras pistas para esta ocultação: a idéia de que apenas os homens protagonizam agressões, a crença de que as “relações entre indivíduos do mesmo sexo tendem a ser igualitárias e imunes à violência íntima” e “o funcionamento de um sistema de justiça extremamente preconceituoso”, que leva as vítimas a não recorrer às autoridades.

Apesar de ter por base uma pequena demonstração de 63 indivíduos assumidos como homossexuais, o estudo traz resultados muito semelhantes aos encontrados em outros países. Atendendo à relação amorosa atual, um quinto (20,6 por cento) dos interrogados identificaram-se como vítimas e 15,9 por cento como agressores.
“O nível de violência é próximo” da dos casais heterossexuais. Numa investigação sobre violência conjugal entre homem e mulher conduzida em Portugal (tendo por base 2391 famílias), 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 como agressores.
As diferenças “têm, sobretudo, a ver com o elevado nível de escolaridade” da amostra homossexual, diz a pesquisadora, sublinhando que “a violência de género existe e é dominante” na sociedade, mas “a violência doméstica é um fenómeno muito mais complexo do que isso”.
Também entre os homossexuais o insulto e a humilhação constituem as formas mais recorrentes de agressão. Há, ainda assim, uma especificidade: ao revelar ou ameaçar revelar a orientação sexual do parceiro - uma estratégia assumida por 1,6 por cento dos interrogados.
Atendendo à discriminação social a que estes indivíduos estão sujeitos, tal atitude pode resultar, por exemplo, na “perda de emprego ou no abandono de familiares e amigos”.


Relações passadas mais problemáticas?
O índice de violência sobe quando as questões incidem sobre relações passadas: 61,9 por cento e 46 por cento dos interrogados referiram, respectivamente, terem sido vítimas ou agressores em relações passadas, o que Carla Machado não estranha.
A literatura descreve o conjunto de razões que levam a vítima a ter dificuldade em virar costas à situação - “proximidade emocional, falta de apoio social, dificuldades económicas, medo de rejeição pela comunidade homossexual, isolamento social”.
Outra hipótese tem a ver com as próprias limitações do estudo. O contexto do preenchimento do inquérito não foi concluido. É “impossível saber” até que ponto as respostas não estão ligadas ao fato de os agressores atuais “pressionarem as vítimas para ocultar alguns dos comportamentos abusivos”.

“Cegueira social”
Um “fato isolado” é que alguns dos comportamentos referenciados no passado ocorreram em relacionamentos heterossexuais. Mas se deve levar em conta que “as atitudes negativas veiculadas pela sociedade em relação à homossexualidade, aliadas à legitimação social da violência nas relações íntimas”, tornam esta realidade muito mais difícil de denunciar. Resultado? “Os agressores não são punidos pelos seus comportamentos e podem mesmo reforçá-los”, escreveu Carla Machado.

Reconhecendo todas estas dificuldades e limitações, o estudo alerta “para a importância de se refletir sobre a forma de ampliar os serviços disponíveis para as vítimas, de modo a incluir” os homossexuais. A pesquisadora diz que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais é a cegueira social”.

Na opinião de Carla Machado, “é fundamental as próprias instituições ultrapassarem as suas idéias homofóbicas, assim como a crença de que as relações lésbicas e “gays” são imunes à violência, para fornecer serviços apropriados e desenvolver políticas sociais efetivas”, Os pesquisadores estão trabalhando para fazerem pesquisas mais aprofundadas com a finalidade de esclarecer sobre esta realidade.

Ideias Fortes

“Assim como os casais heterossexuais, os homossexuais recorrem, frequentemente, à violência como uma forma de lidar com os problemas e de expressar os seus sentimentos”, especifica o estudo da Universidade do Minho, a que o PÚBLICO teve acesso. “Esta situação ainda é mais grave se considerarmos que os homossexuais vítimas de violência nas relações íntimas se deparam com dificuldades acerca da discriminação e a homofobia, que se combinam para criar uma afirmação implícita dessa violência.”


Curiosidades

Não foram encontradas diferenças significativas relativamente ao fato de a orientação sexual do sujeito ser ou não conhecida. “Estes dados parecem sugerir que mesmo aqueles cuja família tem conhecimento da sua homossexualidade podem não se sentir à vontade para revelar as situações de vitimação e ou agressão a que estão expostos, quer pelo mesmo tipo de imposição a que as vítimas em geral estão sujeitas, quer pelo eventual receio de que esta informação agrave as visões negativas e hostis relativas à homossexualidade.”


Falta de adaptação

Por causa das “dificuldade de acesso à população homossexual, a pesquisa utilizada é pequena e não representativa”. De resto, “considerando que praticamente todos os participantes estão envolvidos em alguma organização homossexual”, pode-se concluir “que estes representam uma minoria particularmente ativa, consciente e confortável com a sua homossexualidade, que não corresponde à população homossexual “escondida”".

O consistente da pesquisa é composta por “sujeitos de perfil urbano, escolarizado”.

A pesquisadora sugere uma pesquisa mais aprofundada que possa revelar um número maior de violência entre casais homossexuais.


Limitações

Não foi controlado o contexto de preenchimento da Pesquisa. É provável “ que alguns entrevistados ocultassem comportamentos violentos devido à pressão dos (as) parceiros (as) violentos (as), ou com medo de represálias. Da mesma maneira, alguns agressores podem ter omitido condutas violentas em relações passadas.


Sobre a autora:

Ana Cristina Pereira é estudante da Universidade do Minho - Brasileira - Tem 34 anos e se inscreveu na sessão Você Réporter do POrtal Farofa Digital.

Formalização de adoção por gays já é aceita

11.08.2008

No âmbito da Justiça, o promotor da Vara da Infância e Juventude de Cuiabá, José Antônio Borges, diz que começam a ser aceitos os pedidos de adoção de crianças por pais e mães gays. Em Cuiabá, conforme Borges, há quatro processos de homossexuais que querem adotar crianças em fase de conclusão na Vara da Infância. Em todos eles, diz, o Ministério Público Estadual, apresentou parecer favorável.

Borges descreve dois casos como exemplos do que vem ocorrendo judicialmente. Um, explicou, se refere a dois homens que moram juntos há anos. “A justiça sabe que eles formam um casal, mas, por decisão deles, preferiam a adoção em nome de um apenas, como forma de prevenir preconceitos”, conta.

O outro caso trata de duas mulheres que moravam juntas há décadas e criavam os dois filhos do casamento anterior de uma delas. A mãe biológica morreu e a outra decidiu adotar legalmente as crianças.

Conforme o promotor, na Justiça há duas linhas de interpretação. Uma que reconhece como família a formação prevista na Constituição Federal, ou seja, marido, mulher e filhos. A outra linha acredita que essa previsão legal não seja uma exigência, mas uma expectativa. Sendo assim, entende que a formação familiar independe do sexo de quem esteja educando os filhos, se um homem e uma mulher, dois homens, duas mulheres ou apenas um deles.

(AA) Diário de Cuiabá
http://www.glx.com.br/glx.php?artid=4388

12/08/08

AMIGOS...! O Clip em Favor da Diversidade

Juiz manda UFF admitir união homossexual

A 2ª Vara Federal de Niterói concedeu liminar a favor do servidor Luiz Carlos da Gama Bentes, aposentado da Unversidade Federal Fluminense (UFF), para que a entidade inscreva o companheiro do homossexual, o cabeleireiro Juarez Manoel Ferreira, como seu dependente previdenciário.
O casal vive junto há 18 anos e em novembro de 2007 firmaram um contrato de união estável.

Pelo entendimento do juiz Fábio de Souza “o conceito de família não pode ser interpretado de modo restritivo, sendo inviável incluir em seu conteúdo apenas as opções das maiorias. Ao contrário, faz-se mister lançar um olhar de alteridade, reconhecendo-se a diversidade social e tutelando todas as estruturas familiares, mesmo aquelas eleitas por minorias”.

http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080811280262603313&tmpl=news

11/08/08

As Mulheres Mais Belas...

Miss Tailândia:
(não se esqueça de ler o fim desta mensagem)


E a grande vencedora é...

Tailândia

Tailândia

Tailândia

Tailândia

Tailândia

Tailândia

Tailândia

Ele é o vencedor do Concurso Miss Travesti da
Tailândia.

São TODOS homens !...

(Aposto que vai voltar atrás e ver de novo as fotografias!)

07/08/08

Tamanho é documento???




Verdade ou expeculação ?????

Britney Spears viverá stripper lésbica em filme

As experiências cinematográficas de Britney Spears não são dignas de aplauso. Mas quem sabe um empurrãozinho de Quentin Tarantino não faça a carreira da loira nas telonas decolar.

Segundo o jornal “Telegraph”, Tarantino quer Britney interpretando uma assassina lésbica no remake de “Faster Pussycat! Kill! Kill!”, clássico de 1965 que foi estrelado originalmente por Tura Satana e dirigido por Russ Meyer.

No filme, a cantora viverá Varla, uma stripper que viaja com outras duas dançarinas pelo deserto. Boatos dão conta que Eva Mendes e a atriz pornográfica Kim Kardashian completam o trio de protagonistas.

Uma fonte informou ao jornal “Telegraph” que Tarantino foi sublime ao convencer Britney. “Tarantino a convenceu de que estaria brilhante. Ela está encantada e acha que poderá dar uma virada em sua carreira”, disse.

Amor entre Meninas

06/08/08

Fortaleza: Candidato a prefeito promove "feijoada LGBT" para mudar imagem de homofóbico

Foto: Divulgação / José Rosa Candidato do DEM à Prefeitura de Fortaleza, Moroni Torgan participou de uma feijoada com supostos integrantes do movimento LGBT

Candidato do DEM à Prefeitura de Fortaleza, Moroni Torgan participou de uma feijoada com supostos integrantes do movimento LGBT

Para escapar do estigma da homofobia, o candidato do DEM à Prefeitura de Fortaleza, Moroni Torgan, divulgou imagens de uma feijoada que participou no último sábado, dia 2 de agosto, com supostos integrantes do movimento LGBT do bairro Vila Velha, periferia da cidade. Suas principais concorrentes são a atual prefeita Luizianne Lins (PT) e Patrícia Saboya (PDT).

Segundo notícia divulgada no site de campanha do candidato, um grupo de jovens recebeu Moroni e seu vice Alexandre Pereira (PP) com "piruetas, pulos e muita dança". Além de citar o nome de alguns dos participantes da feijoada, a página afirma que os candidatos "apóiam a comunidade GBTLS".

Durante a campanha para o segundo turno de 2004, porém, uma propaganda de Moroni exibida na TV criticava a intenção da atual prefeita de tratar a homossexualidade de maneira "positiva" nas aulas de educação sexual das escolas públicas de Fortaleza. Por conta disso, Moroni passou a ser considerado homofóbico.

Durante a feijoada do último fim de semana, ele disse que pretende tratar os LGBTs "não apenas com o respeito que merecem, mas também com oportunidades, saúde e educação".

Luizianne, que em 2004 venceu Moroni com folga, também participou no sábado de um evento voltado para a sexualidade. Ela fez uma caminhada com três mil mulheres ao lado da ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

Fonte: http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_21011.htm

Cyndi Lauper chama Bush de anti-americano e homofóbico


Em recente entrevista ao jornal britânico The Times, a cantora Cyndi Lauper se referiu ao presidente americano George W. Bush como anti-americano e homofóbico.

"Tenho muito carinho pela comunidade gay. A True Colors não é um modo de fazer dinheiro. Eu estive com essa comunidade minha vida toda. Assim, quando escuto pessoas como George Bush falando sobre a comunidade gay, sendo anti-americano, meu sangue ferve", disse ela.

O projeto True Colors Tour é uma turnê que a cantora realizou em 2007 em vários países e tinha como uma das metas o debate contra a homofobia e a obtenção de recursos para ONGs de apoio aos LGBT.

Em maio de 2008, a cantora lançou o CD Bring Ya To The Brink, o décimo segundo de sua carreira.

Fonte: http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_21012.htm



Símbolos & Dias

Símbolos da comunidade LGBT
Míriam Martinho

Foto: Fátima Ramalho Passeata IX EBGLT fev. 1997No início de 1997, em São Paulo, a Um Outro Olhar organizou, com outros grupos, o IX Encontro Brasileiro de Gays, Lésbicas e Travestis, um encontro muito tumultuado, cujo maior mérito foi ter produzido o embrião das futuras paradas que hoje levam um milhão de pessoas às ruas (os participantes saíram em passeata do Largo do Arouche, passando pela República, pelo Teatro Municipal, cruzando a mitológica Ipiranga com a Avenida São João e terminando atrás da Igreja da Consolação).

Mas, no meio do tumultuado IX EBGLT, deu-se uFoto: Joana D'Arc Costa  Passeata IX EBGLT fev. 1997m momento cômico, embora na época não tenha parecido tão risível. Um dos integrantes do grupo de gays e lésbicas do PT-SP de então, sem saber mais o que fazer para espinafrar a comissão organizadora do evento, cismou que o logo do encontro, que consistia de um enorme triângulo rosa (símbolo gay) e dos dois símbolos de Vênus entrelaçados, símbolo das lésbicas, não representava os homens homossexuais.

Foto: Fátima Ramalho  Passeata IX EBGLT fev. 1997Munido de duas flechas feitas de papel se encaminhou para o imenso banner, com os desenhos das duas imagens, e fincou as ditas flechas no símbolo das lésbicas, segundo ele para que os gays também pudessem estar representados no evento. Ao fazê-lo, transformou o símbolo das lésbicas não no símbolo de gays e lésbicas mas sim numa variante do símbolo dos bissexuais ou transexuais.

No relatório do encontro, procuramos esclarecer o equívoco, imprimindo alguns dos símbolos da comunidade LGBT para poupar futuros vexames como o do glpetista, o que repetimos agora de forma mais abrangente.

Nesta página, voltamos portanto a mostrar e a falar um pouco dos símbolos genéricos e específicos da comunidade LGBT em todo o mundo para que possamos usá-los apropriadamente e com orgulho.

Símbolos lésbicos

O símbolo de Vênus quando aparece sozinho é o símbolo da mulher, utilizado das mais diferentes formas pelo movimento feminista. Quando aparece em dose dupla e entrelaçado é um dos mais conhecidos símbolos lésbicos. Quando aparece em dose tripla ou mais pode tanto ser símbolo das lésbicas quanto da união das mulheres. É igualmente utilizado em adereços (brincos e colares), camisetas e impressos em geral.

O machado de dupla lâmina (labrys) é outro símbolo lésbico, atualmente mais conhecido. É tido como uma das armas das míticas Amazonas, as mulheres guerreiras da Antiguidade cuja comunidade era formada só por mulheres. Aparece também nas mais diferentes cores e formatos e é utilizado em adereços, camisetas, tatuagens, impressos, etc...

O triângulo negro era o símbolo que os nazistas costuravam na roupa das prisioneiras de seus campos de concentração que saíam dos padrões esperados para a mulher do Terceiro Reich (esposa, mãe e dona de casa). Lésbicas, prostitutas, mulheres políticas envolvidas na resistência ao nazismo (não-judias) tinham as roupas marcadas com este símbolo que há alguns anos foi resgatado por ativistas lésbicas como símbolo de resistência ao preconceito e a opressão.

Símbolos gays

O símbolo de Marte, quando sozinho, representa o homem, quando duplo e entrelaçado representa os homens homossexuais. É amplamente utilizado pela comunidade gay internacional tanto como adereço como em todo tipo de camiseta, impresso, bandeira, etc...

O Triângulo Rosa é o mais conhecido dos símbolos gays e, como o triângulo preto, nos remete aos tenebrosos campos de concentração nazista, onde os homens homossexuais eram obrigados a utilizá-lo para identificação. Ao contrário do triângulo preto, no entanto, que identificava diferentes tipos de mulheres, este símbolo era específico para os gays. Com o moderno movimento de libertação homossexual, o triângulo rosa foi resgatado pelos homens que amam homens como símbolo de orgulho e de resistência contra a opressão.

Símbolos hétero e bissexuais

Os símbolos de Vênus e de Marte entrelaçados formam o s
ímbolo da heterossexualidade.

Os duplos signos de Vênus e de Marte entrelaçados formam o símbolo da bissexualidade bem como os triângulos azul e vermelho sobrepostos.


Símbolos andróginos e transgênero

Os signos de Vênus e de Marte unidos em um mesmo
símbolo representam a androginia e também a transexualidade.


O
mbolo do deus Mercúrio é outro dos símbolos dos transgêneros.



Uma miscelânea dos signos de Vênus e de Mar
te também representa os transgêneros.


Símbolos dos Ursos e da comunidade sadomasoquista, bondage, leather, etc...

A comunidade SM, leather e sexualmente aventureira costuma ser identificada pela bandeira negra e azul

com um coração vermelho ou com uma variante da bandeira do arco-íris com uma das faixas preta.
Outro símbolo da comunidade SM é o círculo amarelo com três partes internas em preto que lembram de um lado o símbolo do taoísmo e o chakram da Xena.

Os Ursos, gays que são e gostam de homens encorpados e peludos, se fazem representar por
variantes de uma bandeira cuja principal característica é ter a pata de um urso impressa em seu canto superior esquerdo.
Símbolos genéricos da comunidade LGBT

A letra grega Lambda foi adotada por um dos primeiros grupos de luta homossexual, nos Estados Unidos (Gay Activists Alliance of New York), em 1970, e posteriormente consagrada, em 1974, como símbolo internacional da luta pelos direitos de gays e lésbicas no Congresso Internacional pelos Direitos Homossexuais, em Edimburgo, na Escócia. As razões de seu uso pela comunidade LGBT são incertas, mas ela é bastante utilizada no exterior. No Brasil, é pouca conhecida no entanto.

A bandeira do arco-íris se tornou, sem dúvida, o mais conhecido símbolo da comunidade LGBT em todo o mundo. Ela foi elaborada pelo artista plástico Gilbert Baker, para a Parada do Orgulho em San Francisco,em 1978, originalmente com 8 cores que, por restrições de produção gráfica, acabaram reduzidas a 6, representado a vida (vermelho), a saúde/cura (laranja), o sol (amarelo), a natureza (verde), a harmonia (azul) e a espiritualidade (violeta). Ela representa também a unidade na diversidade e, hoje, aparece sozinha, ou em combinação com os outros símbolos LGBT, em bandeiras, impressos, adereços, em tudo que se pode imaginar.


Fonte: http://www.umoutroolhar.com.br/simbolos&dias.htm

GNT exibe semana destinada à Diversidade Sexual

A partir do domingo, 8/06 o GNT passou a exibir o seus já tradicionais documentários em homenagem à Diversidade Sexual. Começou com o documentário “Como Ellen DeGeneres saiu do armário”, que (dia 8, à 1h10), sobre a história da atriz e apresentadora que assumiu sua homossexualidade em público, em 1996. Depois da revelação, Ellen assumiu o comando do “The Ellen DeGeneres Show”, sucesso da televisão americana, e vencedor de quatro prêmios Emmy, que agora estréia no Brasil, pela Warner, em 23 de junho, às 17:00.

No dia 15, à 0h30, foi exibido o documentário “Uma família moderna”, que mostra a vida de um homem gay inglês que queria ser pai e de um casal de lésbicas que morava na Austrália e desejava ter um filho. O trio, juntos, consegue realizar seu sonho ao estabelecer uma relação completamente diferente das outras: uma família formada por duas mães e um pai. Os conflitos e as questões legais que envolvem a paternidade da criança são abordados no programa.

Já no documentário “Meu marido é gay”, no ar dia 22, à 1h45, cinco mulheres, casadas há mais de vinte anos, vêem suas vidas desmoronarem quando o marido declara que é gay. Sentimentos de culpa e raiva se misturam. As compreensivas declararam que já desconfiavam. Outras custam a acreditar e acham que viveram num mundo de faz de conta.

A programação nacional do GNT também não foge do tema. No dia 25, às 22h30, o “Saia Justa” recebe quatro personalidades que vivem ou já viveram experiências relacionadas à diversidade sexual. Juntos, os dois quartetos conversam sobre descobertas, além dos preconceitos e tabus que ainda persistem na sociedade.

No dia 27, às 22h, o “Superbonita” levanta a bandeira GLS e mostra o pote de vaidade no final do arco-íris. O programa mostra cuidados e tratamentos que fazem mais sucesso no mundo gay do que no feminino.

No domingo, 29, o “Marília Gabriela Entrevista” recebe a desembargadora do Rio Grande do Sul, Maria Berenice Dias. Ela foi uma das primeiras magistradas a defender a questão homo-afetiva no Brasil e foi uma das mil mulheres indicadas para o Nobel da Paz. Em seguida, às 23h, o “Manhattan Connection” fala sobre “Duas Vidas”, o livro de Janet Malcolm. A biografia de Gertrude Stein e Alice B.Toklas traz a história destas mulheres, judias e homossexuais, que enfrentaram juntas as ameaças da França ocupada pelo nazismo.

Ainda no dia 29, o GNT exibe, à 0h30, o documentário “As filhas de Chiquita”, que mostra a Festa da Chiquita, tradicional encontro gay que ocorre em Belém, no Pará, no mesmo circuito da procissão do Círio de Nazaré. Em 2004, o IPHAN incluiu a Festa da Chiquita no processo de tombamento do Círio, como patrimônio imaterial da humanidade, dando início a uma grande polêmica: afinal, a festa da Chiquita faz parte do Círio? O documentário aborda estas questões e revela a complicada relação simbiótica entre sagrado e profano.

Como Ellen Degeneres saiu do armário
Domingo, 8 de junho, à 1h10
Horário alternativo: segunda, dia 9, às 11h e terça, dia 10,às 14h

Uma família moderna – INÉDITO
Domingo, 15 de junho, à 0h30
Horário alternativo: segunda, dia 16, às 11h e terça, dia 17,às 14h

Meu marido é gay
Domingo, 22 de junho, à 1h45
Horário alternativo: segunda, dia 23, às 11h e terça, dia 24,às 14h

Saia Justa
Quarta-feira, 25 de junho, às 22h30
Horários alternativos: nas quintas, às 4h, 10h e 14h, nos sábados, às 23h e às 5h, e nos domingos, às 10h30.

Superbonita
Sexta, 27 de junho, às 22h
Horários Alternativos: sábado, às 9h30, às 13h30 e à 0h; terça, às 9h30h; quinta, às 11h30 e às 4h30; e sexta, às 14h.

Marília Gabriela Entrevista
Domingo, 29 de junho, às 22h
Horários Alternativos: segunda, às 3h30; terça, às 22h30; quarta, às 4h e às 10h e sábado, às 10h30 e às 15h.

Manhattan Connection
Domingo, 29 de junho, às 23h
Horários Alternativos: às segundas, às 4h30, 10h, 14h e 22h30, e terça, às 4h

As filhas de Chiquita - INÉDITO
Domingo, 29 de junho, à 0h30

Fonte: GNT - Divulgação

Agosto: Mês da Consciência Lésbica


Dia 19 de Agosto: Dia em que occorreu a primeira manifestação lésbica contra a discrimação ocorrida no Brasil.


04/08/08

Piadinha..... A BICHA EVANGÉLICA

A bichinha, recém convertida, está indo para a Igreja, nariz todo empinado, com a Bíblia debaixo do braço... Nisso, passa um caminhão cheio de homens, que gritam:

- Viaaaaado!!!
- Gaaaaayyy!!!
- Queima Roooooosca!!!
- Coxa branca, boiola!!!!
De repente, o caminhão perde a direção, bate num poste e explode.
Morre todo mundo!!!
A bicha pára, olha para o caminhão pegando fogo, solta a Bíblia no chão, coloca as mãos na cintura e diz:

- Jesus... Você ar-ra-sou!!!

Parada Gay de Uberlândia - Reúne milhares na luta contra a homofobia

Com muito brilho, cor e irreverência, a festa marcou o fim da 4ª Semana Cultural

A 7ª Parada do Orgulho GLBT de Uberlândia reuniu, na tarde de ontem, uma multidão na praça Clarimundo Carneiro, região Central da cidade. A festa começou às 13h e contou com cinco trios elétricos. O trajeto percorrido foi de aproximadamente 1,6 mil metros, passando pela avenida Afonso Pena — até a altura do Fórum — e retornando pela avenida Floriano Peixoto — até a praça. De acordo com os organizadores, 40 mil pessoas participaram do evento. A polícia estimou mais de 10 mil.
Com muito brilho, cor e irreverência, a Parada GLBT marcou o encerramento da 4ª Semana Cultural, organizada pela Shama Associação Homossexual de Ajuda Mútua. Além dos homossexuais, havia simpatizantes e muitas crianças que foram levadas por seus pais. O drag queen Dimmy Kieer, de São Paulo, era convidado especial da festa. De dia, ele é César Ferreira e trabalha como maquiador em uma produtora. “O movimento é importante, porque faz com que muitos homossexuais se assumam e lutem contra o preconceito, que é mascarado”, disse.

Com o tema “Homofobia mata! Por um Estado laico de fato”, a Parada Gay, considerada a maior manifestação dos homossexuais, chamou a atenção para a necessidade de aprovação do projeto de lei 122/06, que está parado no Senado. O projeto torna crime a homofobia, ou seja, a agressão verbal ou física aos homossexuais.

O coordenador de eventos da Associação, Flávio Borges, disse que a religião influencia muito as decisões do Estado, tanto, que o projeto de lei ainda não foi aprovado por causa da ala conservadora. Segundo ele, o tema da Semana Cultural do Orgulho GLBT não poderia ser outro. A cantora Mara Faria, que se apresentou como simpatizante do movimento, disse que no sábado, durante uma festa da pré-parada, foi feito um abaixo-assinado exigindo a aprovação do projeto de lei 122/06.
A estimativa é que em Uberlândia tenham aproximadamente 62 mil homossexuais, baseado em um estudo das Organizações das Nações Unidas (ONU), que aponta que 10% da população é gay. “A cidade atrai muitos homossexuais, porque em municípios menores é mais difícil se assumir. O preconceito é ainda maior”, disse Flávio Borges.

O casal Wallison da Cunha e John Lennon, de Uberaba (MG), confirmou a dificuldade que sente de se relacionar em público por causa do preconceito, mas defende que a não-exposição é uma forma de respeito. Segundo eles, a Parada chama a atenção para os direitos dos homossexuais, mas disseram que o movimento deveria ocorrer o ano todo e não apenas um dia.
O servidor público Washington Luiz de Moura participou pela terceira vez da Parada GLBT e afirmou que o evento dá força ao movimento homossexual. “É preciso que toda essa conscientização aconteça também pós-parada.” Washington Moura disse que é gay assumido e que todas as pessoas com que se relaciona sabem de sua opção sexual. “Me visto como homem, mas me monto para participar da Parada”, disse.

01/08/08

Casais gays podem adquirir casa pela CDHU

Os programas habitacionais do Governo do Estado de São Paulo vão atender casais do mesmo sexo.

Antes restritos a famílias constituídas por casamentos civis ou religiosos ou uniões estáveis, a partir de agora, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) se modernizou.

"É como se estivéssemos vivendo no passado. Precisávamos acompanhar as mudanças e nos adequarmos para melhor atendermos a população. Esse novo conceito de família resgatou para o Estado uma prática mais saudável que atende à nova realidade, uma dinâmica verdadeira da sociedade", afirma o secretário de Estado da Habitação e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl

Além dos casais gays, outras "configurações familiares" como famílias mononucleares, com pais e mães solteiros, famílias anaparentais, representadas pela união de avós e netos, tios e sobrinhos, irmãos e primos, além de uniões cujos membros considerem-se familiares, mesmo não havendo laços parentais, terão direito a pleitear um moradia através da CDHU.

Outra novidade é que indivíduos sozinhos, a partir de 25 anos, também terão o direito a se candidatar para adquirir uma moradia.

Para fundamentar a medida, a CDHU tomou como base os princípios da Dignidade e da Igualdade da Pessoa Humana, expressos na Constituição de 1988.


http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080728180178425583&tmpl=news

SP: Escolas estaduais vão abordar diversidade sexual

A partir de 2009 alunos de escola de Ensino Médio e Fundamental de São Paulo aprenderão sobre diversidade sexual.
A abordagem da orientação sexual faz parte do programa da Secretaria de Estado da Educação que incluirá outros temas como prevenção a drogas, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência.



Serão confeccionados folders, livros e vídeos educativos, para utilização em oficinas das escolas. Além disso haverá um acompanhamento com os professores nas 5.500 escolas estaduais.


http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080731073140397200&tmpl=news



Governador do DF vai conceder pensão a gays e lésbicas

O governador José Roberto Arruda encaminou à Câmara Legislativa projeto de lei que dá direito a parceiros de servidores homossexuais do Governo a receber pensão por caso de falecimento do companheiro.

Arruda tinha vetado a primeira proposta aprovada pela Câmara Legislativa por recomendação da Procuradoria do DF, que alegou ser inconstitucional, mas cumpriu o prometido: de enviar por suas próprias mãos um novo projeto.

A Procuradoria alegou que somente o governo tem a prerrogativa de criar leis que aumentam gastos.
Na mensagem, Arruda faz pedido de urgência para a apreciação do texto.
"Aos servidores públicos do DF, titulares de cargo efetivo, fica assegurado o direito de averbação junto à autoridade competente para fins previdenciários, da condição de parceiros homoafetivos", documenta.

http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080731310193273133&tmpl=news

Conservadores fazem marcha contra adoção da união gay na Costa Rica

Vinte mil pessoas marcharam contra a aprovação da união homossexual na Costa Rica.
Os conservadores, liderados por evangélicos, enviaram um recado aos políticos no Congresso para não aprovarem a lei por tratar-se de uma "afronta aos valores do matrimônio".

Há duas semanas, um encontro entre bispos católicos elaborou uma carta aos deputados solicitando o veto ao projeto de lei introduzido em 2008. "O casamento entre um homem e uma mulher é a base de uma sociedade", afirmam no documento.
A lei aguarda votação.

A Costa Rica é um pais cuja religião oficial é católica, mas é visto como tolerante a gays e com uma comunidade homossexual bastante expressiva.

http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20080730044845943027&tmpl=news